Saturday, April 26, 2008
PIAF - UM HINO AO AMOR
(La Môme, França/República Tcheca/Inglaterra, 2007) Direção: Olivier Dahan. Com Marion Cotillard, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Emmanuelle Seigner, Jean-Paul Rouve, Clotilde Courau, Jean-Pierre Martins, Catherine Allegret, Marc Barbe, Gerard Depardieu. Drama, 140 min. Europa Filmes.
Cinebiografia de uma celebridade internacional do mundo da música, cuja trajetória foi marcada por uma infância pobre e difícil, uma doença ou deficiência física, um trauma psicológico e a luta contra um determinado vício, que não impediu a sua consagração artística. Não estou falando dos filmes Ray e Johnny e June, que abordaram respectivamente as vidas dos cantores Ray Charles e Johnny Cash, mas deste Piaf - Um Hino Ao Amor, que segue a fórmula escrita acima à risca e, embora peque pela falta de originalidade, tem como principal trunfo a interpretação magnífica de Marion Cotillard como a grande cantora francesa. O diretor e roteirista Olivier Dahan optou por uma rápida revisão da vida de Edith Giovanna Gassion desde os tempos em que, apesar da saúde frágil, cantava nas ruas até ser descoberta pelo empresário Louis Leplée (Gerard Depardieu, em pequena participação). O êxito profissional não lhe impediu de ter uma vida pessoal conturbada, e sua saúde se degenerou após a morte trágica, em um acidente de avião, do grande amor de sua vida, o pugilista Marcel Cerdan. Corroída pelo alcoolismo, Piaf - ou pequeno pardal, apelido dado pela imprensa - morreu aos 47 anos, em 1963. Renasce, porém, na pele de Cotillard, em uma atuação que, além de ter justificado o Oscar de melhor atriz, é maior do que o próprio filme como um todo. Piaf - Um Hino ao Amor também ganhou o Oscar de maquiagem.
Cinebiografia de uma celebridade internacional do mundo da música, cuja trajetória foi marcada por uma infância pobre e difícil, uma doença ou deficiência física, um trauma psicológico e a luta contra um determinado vício, que não impediu a sua consagração artística. Não estou falando dos filmes Ray e Johnny e June, que abordaram respectivamente as vidas dos cantores Ray Charles e Johnny Cash, mas deste Piaf - Um Hino Ao Amor, que segue a fórmula escrita acima à risca e, embora peque pela falta de originalidade, tem como principal trunfo a interpretação magnífica de Marion Cotillard como a grande cantora francesa. O diretor e roteirista Olivier Dahan optou por uma rápida revisão da vida de Edith Giovanna Gassion desde os tempos em que, apesar da saúde frágil, cantava nas ruas até ser descoberta pelo empresário Louis Leplée (Gerard Depardieu, em pequena participação). O êxito profissional não lhe impediu de ter uma vida pessoal conturbada, e sua saúde se degenerou após a morte trágica, em um acidente de avião, do grande amor de sua vida, o pugilista Marcel Cerdan. Corroída pelo alcoolismo, Piaf - ou pequeno pardal, apelido dado pela imprensa - morreu aos 47 anos, em 1963. Renasce, porém, na pele de Cotillard, em uma atuação que, além de ter justificado o Oscar de melhor atriz, é maior do que o próprio filme como um todo. Piaf - Um Hino ao Amor também ganhou o Oscar de maquiagem.
Nota: 6,0